ACHATADOS
( © Patrícia Evans)
.
A repetição do tema,
o parnasiano,
a incompetência da mensagem,
o pseudo intelectualismo,
o ego inflado da auto estima exagerada,
são chatinhos, são chatinhos, são tão chatos!
Sem volume, passam por debaixo da porta
como envelopes de cartas anônimas
e dos covardes subtextos.
Chatos feito entrelinhas, que se espremem
entre o que desmorona e o desfeito.
A falta de vergonha na cara,
o " vale-tudo" pra chamar atenção,
a burrice do querer elitismo,
a destruição do ecletismo,
o engano do "só eu sou bom",
a armadilha do "só eu que sei",
são chatos, achatadados, tão chatos são!
De tão chatos - anoréxicos!
não têm carne, sustância,
nem vigor ou robustez.
Falta proteína, vitamina;
se a gente soprar, vôa,
desaparece no vento,
não evoluiu, se desfez,
não tem, nunca terá raiz...
Como é chato quem parou,
quem morreu e não deitou,
quem deixou de ser aprendiz.
.
A repetição do tema,
o parnasiano,
a incompetência da mensagem,
o pseudo intelectualismo,
o ego inflado da auto estima exagerada,
são chatinhos, são chatinhos, são tão chatos!
Sem volume, passam por debaixo da porta
como envelopes de cartas anônimas
e dos covardes subtextos.
Chatos feito entrelinhas, que se espremem
entre o que desmorona e o desfeito.
A falta de vergonha na cara,
o " vale-tudo" pra chamar atenção,
a burrice do querer elitismo,
a destruição do ecletismo,
o engano do "só eu sou bom",
a armadilha do "só eu que sei",
são chatos, achatadados, tão chatos são!
De tão chatos - anoréxicos!
não têm carne, sustância,
nem vigor ou robustez.
Falta proteína, vitamina;
se a gente soprar, vôa,
desaparece no vento,
não evoluiu, se desfez,
não tem, nunca terá raiz...
Como é chato quem parou,
quem morreu e não deitou,
quem deixou de ser aprendiz.
.
.
Nenhum comentário:
Postar um comentário